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Beber (e bem) com os amigos… Tem coisa melhor ? Pois é…

Ainda não tive o prazer de conhecer a Brooklin no famoso endereço americano (um dia vou), mas com certeza deu prá ter um gostinho dela na última viagem à São Paulo (a metrópole que deveria se chamar Corinthians).

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A pegada foi no Cateto, uma cervejaria massa em Pinheiros.  O Brooklin Brewery Brasil & a distribuidora Beer Maniacs organizaram a “parada”.

Num frio desgraçado, a régua de Brooklins esquentou a noite (todas birras maturadas em barris de Bourbon).

Foi também o lançamento da Improved Old Fashioned, isso mesmo, inspirada no famoso drink de Centeio. Explodiu no álcool com os anunciados 12,8% e estourou no cítrico.

 

Também rolou uma feminina Kriek ( que, com um ensopado de coelho, bateu “de prima”). A Black OPS só não surpreendeu mais que a Hand & Seal , a mais impressionante da noite (complexa e flor no talo).

No tap ainda bati (até onde me lembre) 1 IPA e 3 Sorachis, a badalada farmhouse da Brooklin. Foi a primeira vez que experimentei a birra com esse lúpulo japonês ( raspa de cítrico e outras cositas que, confesso, meu paladar juvenil não sabe distinguir).

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A foto da Sorachi Ace é “by internet”, porque não deu prá registrar muito a noite. Nem precisa dizer porque , né ? rsrsrs… Faltou também foto da  The Original Wallies Band, uns caras que quebram muito bem como as velhas Streets Jazz… Achei aqui na net…    https://www.youtube.com/watch?v=6FxuNUHNnbY

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Se faltou foto, sobraram novas e velhas amizades. Esse aí é o Marco Koch que representa a Brooklin , e escolheu a dedo o local pro lançamento.

Embaixo o grande Grilo, amigo de 23 anos e dos idos da Unimep, nossa Facú de Jornalismo. Bão dimais e prontos pro encontro da galera da faculdade que completa 20 anos de formatura. Piracicaba aí vamos nós e com a nossa cerva, prestes a ser brassada, a “Galera Animada Unimep”, uma wit que promete…    

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ABRAÇO

PANÇA CHEIA

SAUDAÇÕES

 

Salvador, 14 de junho de 16

Passagem barata e viagem descolada na última hora. É uma mania que, reconheço, não é apreciada pelas mulheres. Algumas namoradas já ficaram loucas com isso. Mas sou assim !

A última foi prá Sampa. 72 horas virado num mói de coentro ! Primeiro : amigos buscando o mancebo no aeroporto de Campinas. Às 10 da manhã, esperando a galera prá correr prá Santa Bárbara, a primeira do dia. Uma Dunkel, da Eisenbahn (aí embaixo). Seguida de uma Pale Ale

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Depois das duas primeiras do dia, essa quadrilh , ops, não… Essa rapaziada (tá melhor ?) me pegou em Campinas e fomos direto para o buteco de Dona Socorro, na Vila Linópolis, bairro do meu glorioso Unidos (time de várzea trocentas x campeão em SBO).

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O breakfast por lá foi esse aí. Caldo de Mocotó que a Socorro , paraibana há mais de 30 anos no interior de São Paulo, faz perfeitamente.

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Como Caldo de Mocotó desde criança. Depois do futebol pela manhã, meu pai me levava aos butecos prá degustar esta delícia. Confesso que quando mudei prá Bahia achei que encontraria facilmente essa delícia. Não é o que acontece. Por aqui, se come muito mais o Feijão reforçado com o Mocotó. Como depois teve um Sarapatel e a pegada seguiu forte, me esqueci de pegar a receita com ela. Segue uma da Ana Maria Braga, prá quem gosta de algo forte.

http://gshow.globo.com/receitas-gshow/receita/caldo-de-mocoto-4d50e49552e0b252bc008961.html

Em casa, beijo nessa fofurinha do tio…

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No outro dia, jogo do Timão e passada na quadra da Gaviões da Fiel. Fazia tempo que não pegava essa Feijuca que é de primeira, com direito a couve frita e torresminho.  O amigo Samuel, com quem já rodei muita arquibancada Brasil afora, foi o parça nesta empreitada.

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Na Arena show da torcida e casquetada do surpreendente e audacioso Audax. Coisa pouca prá quem já tá calejado com as derrotas e entulhado de vitórias.

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Prá finalizar a noite, uma rodada pela Praça da República e Largo do Arouche, no centro de SP , onde estávamos hospedados e parada num dos mais tradicionais restaurantes de Sampa : O Gato que Ri. Com mais de 60 anos, esta pérola da clássica gastronomia, tem o nhoque como prato mais famoso. Peguei uma opção que tá no Restaurante Week : Picanha de Cordeiro com uma entrada de Folhas e Carpaccio.

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O risoto que acompanhou a carne, tava meia boquíssimo, mas a Picanha maravilhosa. Troquei o Petit Gateau por uma Pudim de Leite , doce que sempre me arrependo de pedir pq a minha referência é o Pudim de Leite Condensado de Dona Clara : incomparável.

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Agora é esperar a próxima !!! A Libertadores continua …. rsrsr

ABRAÇO

PANÇA CHEIA

SAUDAÇÕES 

 

 

Salvador, 26 de abril de 16

Vote quantas vezes quiser para escolher o Chefe de Bairro de Fevereiro. É fácil. Entre no endereço :

http://g1.globo.com/bahia/votacaomultimidia/2016/02/qual-receita-do-panela-de-bairro-te-deu-mais-agua-na-boca.html

Ganha o Chefe de Bairro que mobilizar mais clientes , amigos e familiares. E todo mundo pode ajudar. Avise na sua rede social e desça o dedo no computador para eleger o destaque da Linha Verde.

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O ganhador terá a reportagem reexibida no Bahia Meio Dia do próximo sábado, dia 27, e ainda leva o troféu “Panela de Bairro”. Confira os bastidores dos três concorrentes.

MOQUECA CREMOSA (MÉURES, DE DIOGO)

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VERMELHO COM BANANA-DA-TERRA ASSADA COM BOLINHO DE PEIXE (ZÓIÃO, IMBASSAÍ)

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PEIXE-RATO COM LAGOSTAS NA BRASA E BANANAS-DA-TERRA E BATATAS ASSADAS (FOLHA, PRAIA DO FORTE)

 

 

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VOTEM !!!

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SAUDAÇÕES

Salvador, 20 de fevereiro de 16

A “sapeca” é uma tradição dos pescadores do Litoral Norte da Bahia. E nós fomos atrás desta maneira muito simples de preparar os pescados na Praia do Forte. Três ingredientes que assustam pela singeleza : sal, braseiro e , principalmente, peixe fresquíssimo.

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Esqueça a Praia do Forte “prá turista ver”. Esses aí são os nativos : o Folha e o Galho, irmãos na pesca e no pequeno negócio do preparo dos peixes na beira da praia. Quando digo beira, é beira mesmo. Braseiro na areia. Pescados servidos sobre pranchas de surf.

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A Praia do Portinho de Baixo fica há 10 minutos de caminhada pela areia , antes de chegar à vila famosa. Saímos num pequeno barquinho e caímos 500 metros metros mar adentro para tirar uma rede que reservava algumas surpresas como caranguejos guaiás, um Peroá (também conhecido como Peixe-Rato por causa dos grandes dentes da frente) e um Vermelho Cioba, difícil de ser apanhado na rede. As lagostas que apareceram foram devolvidas ao mar porque estão no período do Defeso.

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As consumidas no prato do Chefe de Bairro, de acordo com a galera, foram pescadas antes do período de proteção.

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Você vai aprender a fazer este tempero refogado aí de cima. Ele foi o “pulo do gato” desta reportagem, responsável por dar o sabor aos pratos servidos debaixo da sombra das amendoeiras e que encantam turistas como o Fernando Ferreira, de férias com a família pela Praia do Forte.

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Fernando é personal chef, cozinheiro que prepara jantares por encomenda. Ele aproveitou o passeio gastronômico para “aprender” com a simplicidade dos “cozinheiros-pescadores”. Em Brasília comanda a Taberna dos Ferreiras. Encontramos com ele ao acaso e colhi um depoimento que mostra bem o fascínio pela experiência de provar uma “sapeca” : ” – O que mais importa é o peixe ser fresco e feito assim. Quanto mais simples, melhor.”

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Não pêrca , sábado, no Bahia Meio Dia !!!

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SAUDAÇÕES

Salvador, 18 de fevereiro de 16

Excepcionalmente, nesta quarta-feira, o Bahia Meio Dia vai exibir o Panela de Bairro porquê perdemos um sábado por causa da transmissão do Carnaval. Então se prepare prá mais um concorrente do Especial de Verão na Linha Verde ! Vai ter Vermelho na Brasa com Banana-da Terra feito pelo Zóião !!!

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Essa figura aí é um pescador de Praia do Forte que se radicou em Imbassaí , logo depois de PF, prá montar um restaurante. O segredo você já sabe , né ? Peixe fresco sempre e uma pitada de criatividade !

 

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Nossa equipe vai revelar prá você a tranquilidade desta vila de Mata de São João e qual o prato do Zóião, que cativa os turistas, entre eles a Ivetona que já passou por lá. Tem uma foto enorme da cantora com o o pescador, na frente do pequeno restaurante. Seu PÊ e Bambam deram o apoio técnico nesta aventura !!!

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Olha o Vermelho aí. Ele é feito na brasa e leva camarões e fatias de banana-da-terra. Você vai aprender a fazer o tempero que cativou Ivete Sangalo, que sempre leva os caranguejos dali prá casa (onde descansa ali na Praia do Forte). De quebra vamos ensinar o pulo do gato prá impressionar sua visita : uma entrada de um delicioso Bolinho de Peixe, mole, mole, de fazer !!!

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Não pêrca ,nesta quarta, no Bahia Meio Dia. Como sempre, por aqui, vamos disponibilizar o link da reportagem , caso você babe ovo , rsrsrsr

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E se você perdeu a reportagem do primeiro concorrente, clique e assista agora : http://g1.globo.com/bahia/bahia-meio-dia/videos/t/edicoes/v/moqueca-de-camarao-cremosa-e-a-receita-do-panela-de-bairro-deste-sabado-13/4809671/

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SAUDAÇÕES

 

Salvador, 15 de fevereiro de 16

A foto aí encima mostra um soldado confederado. É a arte do rótulo da American IPA da Cevada Pura. E vem bem a calhar porque essa região do interior de São Paulo foi a escolhida como nova “casa” pelas famílias sobreviventes da Guerra da Secessão, isso lá pelo idos de 1870. E é com esse pioneirismo que a Cevada Pura , criada em 2001, vem se firmando como uma cervejaria que investe na diversificação de estilos.

Conheço a cerva (na época somente on tap) desde o início da marca, quando um singelo camelo era o símbolo da dita cuja. Com a segmentação  das garrafas e a expansão para outros mercados (abrangendo outras regiões do interior de SP, capital e até Maceió- AL) , houve a necessidade de dar uma atenção especial à “arte” de sua marca e rótulos.

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Me amarrei neste  soldadinho aí. Ainda mais porque sou de Santa Bárbara D’Oeste (há 20 km de Pira) , terra que recebeu as famílias de imigrantes do Sul dos Estados Unidos. Foram as lavouras de SBO que sentiram pela primeira vez o corte dos arados no país. Claro, trazidos pelos sulistas derrotados por Abrahn Lincoln e seus asseclas nortistas. Esta American IPA é uma das melhores cervejas da marca : respeita o estilo sem ousadias.

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A Café e Cacau  é outra boa surpresa prá quem quer algo mais “pesado”. As sementes do cacau vêm de uma fazenda do Sul da Bahia e marcam esta Brown  Ale que é uma cerveja colaborativa. O cervejeiro Wayne Wambles, da Cigar City (Flórida), baixou em Pira e numa troca bacana de experiência deu pitacos sobre a produção ajudou a formatar a característica desta bela cerva. Rasga no café e deixa aquela sensação gostosa no palato de “quero mais”.

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O cervejeiro da casa não é irlandês , apesar da cara !!! O Daniel Ramiro sempre foi “paneleiro”. Há alguns anos o professor deixou as aulas de História e Sociologia para se profissionalizar. Fez o curso de Sommelier no Senac, de Águas de São Pedro, que tem a chancela da Doemmens. Depois fez o curso de cervejeiro, do Senai, de Vassouras-MG. Hoje toca o barco da Cevada Pura e aposta em diversificar os estilos.

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Esta, aí debaixo, é um exemplo. Foi lançada ano passo em pequena escala e tive a sorte de visitar a cervaria quando ela estava quase pronta prá ser envasada. A Kolsch é refrescante, leve e com aroma e sabor característicos do estilo. Bebida fresquinha foi um dos prazeres desta viagem.

 

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A visita aliás é aberta, desde que marcada com antecedência. A fábrica tem duas unidades e capacidade para produzir 2.500 litros. Tem uma lojinha bem bacana  onde está exposto todo o portfólio da marca, além de taças e camisetas como esta aí que enaltece patrimônios culturais de Pira, entre elas a Pamonha . Pena que só tinha GG, rsrsrs…

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O Alexandre Moraes é um dos proprietários. Está animado com a nova fase da cervejaria e o “boom” do negócio nos últimos anos. Aposta na qualidade e ações pontuais de marketing para garantir o crescimento das vendas, tanto da cerveja embarilhada, como das garrafas : as entregas já são feita em pontos de venda em Recife e também aqui em Salvador. A Vitrine da Cerveja, do Claitão ,geralmente tem as brejas.

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A cerveja, como o Corinthians, é sempre um bom motivo prá fazer novos amigos. Salve Daniel !!!

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http://www.cevadapura.com.br/

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SAUDAÇÕES

 

 

 

Salvador, 25 de novembro de 15

Saudade de vcs !!! O primeiro post depois das férias chega com brejas especiais na cidade que é a Meca dos Butecos : minha querida BH !!

Logo depois de descer do avião prá visitar amigos e assistir o Coringão detonar o Atlético-MG, nada melhor que “molhar a goela” por ali mesmo, no Aeroporto de Confins.

Prá abrir o trabalhos, no tap, a Capitão Senra, a boa  AmberLager da mineira Backer.  

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Depois de garantir o ingresso para o jogo, ainda tinha dois dias prá me preparar para peleja que só seria disputada no domingo. Hora de almoçar ! Pausa no famoso Bar do Antonio, no bairro do Sion. Dúvida cruel entre a Língua fatiada com Molho e este clássico mineiro aí debaixo : o Tutu, Couve, Ovo Frito e Linguiça Caseira, fiquei com ele.  

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O bar também é conhecido como pé-de-cana. Porque, nas calçadas margeando a budega, ao invés de árvore, só pés da “mardita”. Fruto , acho, de algum cliente espirituoso.

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No lugar me impressionou a variedade de estilos oferecido pela KÜD. Escolhi esta ESB, caprichosamente sêca, e com nome supersugestivo, porque Sarcasmo seria o estado de espírito com que encararia esta viagem onde teria que entrar no Estádio Independência com o cartão de sócio-torcedor do Galo, de um grande amigo mineiro. Explico : conseguir  ingresso para torcida corinthiana estava impossível devido ao pouco número e a enorme procura dos alvinegros que invadiriam BH em breve. O jeito foi entrar pelo acesso atleticano e dar meus pulos lá dentro prá colar com a Fiel. 

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Depois do rango veio a Red, (ou Ambar, como preferirem) Lager da nova família da Brahma Extra… Achei um toque a mais de dulçor do que encaro como ideal para o estilo, mas valeu a pena. Ao contrário de Salvador, onde a Ambev pouco dá atenção aos bares que tentam oferecer qualidade ao freguês, em BH a família Brahma (com a Lager e a Weiss) está em qualquer buteco pé sujo. 

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No dia do jogo, festa total do Galo !!! Calma !!! Antes do jogo, é claro…

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Curti a “festa de ilusão” dos torcedores no Horto, em um bar que é ponto de encontro tradicional da torcida mineira. À paisana, homenageando Cartola, conheci o Chef Túlio, esse aí debaixo. Há 15 anos o butiquim prepara os tradicionais pratos mineiros com o toque do chef que “toca” o empreendimento com a ajuda dos filhos apaixonados por cerveja. Tanto que lançaram a própria marca, a Santa Tulipa.   

 

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Os garçons se mostraram perdidaços quanto aos estilos. Pedi uma IPA e trouxeram uma Bitter. A diferença ?

“- Nenhuma ! É boa também.”, disse o tiozinho, rsrsrsrs…

A cerva estava bacaninha…  A Blonde, que só tinha em garrafa, veio de uma leva ácida demais.  Tudo acompanhado do velho Torresmo de Barriga e Mandioca frita. 

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Na foto, ainda como corinthiano infiltrado, me aproveito com bom humor dos atleticanos (com o “Kalil”, eterno e linguarudo presidente do Atlético-MG”).

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IMG_2837[1] GRITOS DA FIEL

A festa com os 3 a 0, como todos sabem, ratificou o título brasileiro para o Timão.

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E o jeito foi comemorar. E já com a faixa no peito !!! No próximo post tem visita à Cervejaria Cevada Pura, de Piracicaba !!! Com uma Kölsch sensacional !!!

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ESTE POST É UMA HOMENAGEM A MINHA AMIGA CAMILA MARINHO, UMA ATLETICANA DE BOA CEPA (ACOSTUMADA A “CEPARADA” PELO TIMÃO)

CAMILA

ABRAÇO 

PANÇA CHEIA

SAUDAÇÕES 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Salvador, 13 de novembro de 15

Um dos lugares mais bacanas que conheci em quase 10 anos de Bahia é o Vilarejo de Diogo, na Linha Verde : dunas, sol, pouca gente na praia, caipirinha bem feita e comida de pescador.

Há 5 minutos de Embassaí, o restaurante mais conhecido de Diogo é o “Sombra da Mangueira”, famoso por sua Galinha de Quintal (para os paulistas “Galinha Caipira”). Mas eu vou dar o “lado B” da vila, adoro conhecer o que está ao lado do “famoso”, o “escondidinho” e sem fama…

Pois é ! A bocada, comandada por Sandra e Ivan, se chama “Caminho do Rio” !

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Cada detalhe remete à simplicidade. O “Bobó de Camarão” e a “Moqueca de Marisco” são ótimos, mas são nos pratos mais singelos que descobrimos a genialidade do “ralador de panela” (tem aquela história : quer saber se o pizzaiolo é bom , manda ele fazer uma de mussarela. A Portuguesa, cheia de ingredientes, “disfarça” a qualidade da massa)

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Por isso aconselho o “Peixe Frito” ! Pescada, Olho-de-Boi ou Cavala, o prato virá sempre sequinho, com um feijão caseiro sem salamaleques. Com suco, uma jarra de suco de mangaba, morre em 55 pra 2 pessoas . Tá ruim  ?!

E se tiver moral, com a Sandra (uma figuraça sempre pronta prá uma boa prosa quando o “pico” do almoço passa), pode sair uma “Punheta” ou “Bolinho de Estudante” pros mais castos. Ele vem acompanhado de café , como esse aí.

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Os “Caldinhos de Sururu ou Polvo” podem abrir o banquete degustado embaixo de um pé de Pitanga.

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Só falei no título “quase intocável” porque quando desbravei o lugar , o acesso ainda era de chão batido. Agora tem bloquetes prá não atolar. E escola municipal, pelo menos… Vá, enquanto nenhum grupo internacional “pasteurize” Diogo em mais um insonso resort !!! Olha os espectadores esperando alguma sobra… Se deram mal !!!

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ABRAÇO

PANÇA CHEIA

SAUDAÇÕES !!!

PS : E VEM PANELA DE BAIRRO POR AÍ !!! O QUADRO DO BAHIA MEIO DIA EM QUE VOCE INDICA E VOTA NO MELHOR (OU A MELHOR) CHEF DE BUDEGA DE SALVAFOR !!!

Salvador, 09 de abril de 15